
Na Record, "Os Mutantes" fechou em uma média de 13 pontos. Já, "Chamas da Vida", mesmo enfrentando o paredão do Big Brother Brasil cravou 16.
*Números de audiência prévios, poderão ocorrer alterações no consolidado.
Depois de Samira sentir o que é o amor, a malvada passa pro lado do bem e mata Júlia a jogando nas Catarátas do Iguaçu. Depois da ex-vilã matar Júlia, Samira é levada para a sala de parto.
É pelo que nós estamos vendo nem Draco nem Telê é o pai do filho de Samira. De tanto que os dois vilões brigaram para descobrir se era pai de qual deles dois , no final das contas o filho é de Beto. Estranho pois Beto fez amor com Samira ja faz um bom tempo desde a época da memorável Juli.

Mas, ao contrário dos personagens mais descolados que ele encarnou até aqui, desta vez Guilherme vai estar na pele de um rapaz apaixonado, que deseja perder a virgindade com a mulher que ama. "Estou achando super legal fazer um menino inocente, que não tem maldade no olhar", afirma o ator, que sempre fez o tipo paquerador em novelas.
O complicador nessa história é que o personagem fica fissurado em uma mulher mais velha, Nina, de Patrícia França. "Já no segundo capítulo os dois se conhecem e é amor à primeira vista", adianta Guilherme. O pai de Pedro, interpretado por Marcelo Serrado, é proprietário de um luxuoso hotel onde ela é funcionária. "E ele vai se opor ao romance, o que gera vários conflitos entre os dois", antecipa o ator.
Mas Guilherme avisa que o estereótipo do virgem CDF, tímido e escondido atrás dos óculos passa distante de seu personagem. Na verdade Pedro disfarça sua inexperiência se passando por engraçado e extrovertido. "Ele é um piadista, brinca com todo mundo no hotel, inclusive com ela.
Faz parte do núcleo cômico da trama", explica o ator. É justamente por esse tipo de atitude que Nina fica totalmente surpreendida quando descobre que ele nunca teve uma experiência sexual. "Ela tem medo de perder o emprego caso o pai dele descubra. Mas fica louca por Pedro", anima-se o intérprete.
Para compor o papel, Guilherme tem assistido a vários filmes, entre eles O Último Americano Virgem, de Boaz Davidson, A Primeira Noite de Um Homem, de Mike Nichols, e Diário de Um Escândalo, de Richard Eyre. Ele também tem contado com a ajuda do "coach" Felipe Cardoso, ator e seu amigo pessoal. "Nós ensaiamos e às vezes filmamos o que fazemos. Estou com o cabelo um pouco jogado no rosto e um andar mais fechado para este personagem", conta.
Guilherme não esconde a ansiedade em protagonizar um romance com uma mulher mais velha na ficção. "Acho que as pessoas gostam desse tipo de história", avalia. Gravando desde dezembro de 2008 ele diz que tem se sentido bem à vontade em cena.
"A Patrícia é tranqüila, o que me deixa calmo também", afirma. Mas o ator já avisa que, com o decorrer dos capítulos, as coisas não vão ser nada fáceis para o casal. "Além da oposição do pai, Nina tem um ex-marido violento, que reaparece em determinado momento", adianta.
Há três anos na TV, Poder Paralelo já é a quarta novela de Guilherme. Além de uma participação em Prova de Amor, ele fez Alta Estação e Amor e Intrigas. O ator assume que tudo tem dado certo na carreira antes mesmo do que ele imaginava.
Pertencente a uma família de profissionais da área ¿ ele é filho da autora Margareth Boury e neto do diretor Reynaldo Boury ¿, o jovem ator diz que já foi muito questionado sobre a "ajudinha" que teria tido da mãe para entrar no meio. Mas não liga.
"É mais fácil de abrir a porta, não nego. Mas para mantê-la aberta tudo depende de mim. Eu me dedico ao trabalho e acho que estou conseguindo. Pelo menos estão lembrando de mim", determina Guilherme.
Tanto que os mocinhos Marcelo e Maria, de Leonardo Vieira e Bianca Rinaldi, voltaram a aparecer mais. Antes, estavam quase sempre separados e constantemente envolvidos na guerra entre os Reptilianos e a Liga do Bem.
Mas, agora, os dois ganham espaço com a gravidez da personagem e já dão sinais de que caminham para o final feliz. Tudo isso sem alterar a já consolidada média de 13 pontos de audiência que a trama alcança.
As mudanças promovidas pelo autor Tiago Santiago abrem caminho para a idéia proposta pela terceira temporada de Caminhos do Coração, rebatizada de Promessas de Amor. Desta vez, Santiago pretende explorar cada vez menos suas mutações e apostar mesmo nos conflitos característicos dos romances folhetinescos.
Mas é claro que, se o resultado não for satisfatório, nada impede que seres bizarros reapareçam e que a trama volte a contar com os efeitos especiais.
Que parecem não receber o mesmo tratamento que os apresentados na primeira temporada, bem mais convincentes. Além de equilibrar as batalhas entre os mutantes do bem e do mal com os beijos melosos dos protagonistas, Santiago conseguiu, finalmente, dar novo gás à comédia.
Em quase todos os capítulos é possível se divertir com o triângulo formado por César, Irma e Aristóteles, de Cássio Scapin, Patricya Travassos e André Di Biase. As cenas do trio estão na lista das melhores do folhetim e contribuem para que, apesar da diminuição das seqüências de ação, Os Mutantes não perca sua "marca" infanto-juvenil.
O uso da comicidade aliado às lições sobre o "poder do amor" e o "valor da compaixão", dadas principalmente pelo elenco mirim da história, remetem aos primeiros capítulos, quando as atenções estavam todas voltadas ao público dos "baixinhos".
Mas, infelizmente, alguns dos "vícios" da emissora prejudicam Os Mutantes. Para sustentar uma trama com audiência estável por tanto tempo - a primeira temporada de Caminhos do Coração estreou em 28 de agosto de 2007 ¿, autor e o diretor Alexandre Avancini fazem muito uso de narrações em "off", "flashbacks" e personagens que têm o péssimo hábito de falarem sozinhos.
Está certo que essas cenas ajudam o telespectador a relembrar e fixar a história, mas se tornam cansativas e monótonas quando exploradas em excesso. Destoam da atual mudança, sem aquelas seqüência arrastadas de mutantes sanguessugas e Reptilianos caçando a Liga do Bem.
Por falar em reptilianos, um dos grandes acertos desta reta final é a volta da médica Júlia, de Ítala Nandi. Sua presença ameniza a atuação robótica de Bianca Rinaldi na pele da vilã Samira e dá um novo fôlego à novela com o aumento no espaço dado à nova "Chefia". Nesta reta final, aliás, vários clichês que quase sempre funcionam no ar estão sendo utilizados.
Como o suspense na identidade do mandante das atrocidades que Júlia sustenta. Ou ainda a tentativa de troca de gêmeos, quando Samira seqüestrou Maria, buscou tomar seu lugar na hora do casamento com o mocinho Marcelo e terminou descoberta.
Pelo visto, parece mesmo que daqui para frente Tiago Santiago vai deixar o realismo fantástico descansar por alguns capítulos e abrir espaço para histórias mais críveis e românticas. O que, de certa forma, combina com a máxima do "poder do amor", lançada na novela dia sim, dia também.
Andréia Horta aprendeu com seus últimos trabalhos que viver intensamente pode ser muito prazeroso. Dentro e fora da ficção. A atriz não parou de trabalhar desde que estreou na tevê, em 2006, e hoje, na pele da rebelde Beatriz, de "Chamas da Vida", experimenta a adrenalina de gravar cenas de ação em meio a incêndios e rachas que, de cênicos, não têm quase nada."A gente grava pilotando o automóvel mesmo, vivendo aquilo. Acho ótimo porque o resultado é impressionante. A verdade sempre ajuda o ator", filosofa a atriz, de 25 anos.
Desde sua primeira aparição na tevê, como a frágil Márcia da minissérie "JK", Andréia emenda um papel em outro. E, talvez por esse motivo, sua primeira reação ao ser escalada para alguma produção é sempre imaginar que não vai dar conta.
Com isso, afirma mergulhar ao máximo no universo dos personagens para sentir alguma segurança. "Me transformo. O que uso, o que como, as roupas que visto e os filmes que assisto, tudo se volta para aquele trabalho", exemplifica, mostrando que, com isso, absorve características de cada trabalho de seu currículo.
A mecânica utilizada por Andréia na construção de seus papéis se justifica pela visão que a atriz tem da própria profissão. Enquanto para as peças de teatro sua preparação terminava após a estréia do espetáculo, na televisão Andréia é constantemente obrigada a mudar o tom de interpretação dos papéis que ganha.
Em "Alta Estação", exibida pela Record em 2006, de uma estudante de psicologia chata e certinha, se tornou a mocinha da história com o sucesso de sua Renata e do "boa praça" Caio, de Guilherme Boury.
Depois, na série "Alice", da HBO, gravou por quase nove meses as transformações de uma jovem que, ao perder o pai, se muda de Palmas, no Tocantins, para a capital paulista em busca de novas aventuras. E, em "Chamas da Vida", precisou dosar com cuidado a transição de uma produtora de vida monótona à rebelde apaixonada pelo "bad boy" Antônio, de Dado Dolabella.
E, de acordo com as palavras de Andréia, não foi tão difícil. "Me direciono pelo texto e tento, com coerência, trabalhar as nuances certas para cada momento", resume.
É essa inconstância de personalidades em diferentes papéis que tanto agradam a Andréia. "Sou uma atriz que gosta do processo. Me interesso mais por esse jogo do que pela finalidade do trabalho", opina, referindo-se à busca por audiência.
Mas, mesmo se mostrando aberta às oportunidades tanto nas emissoras abertas quanto fechadas, não se limita a enaltecer os trabalhos realizados em um folhetim.
"Ainda acho que, pela infra-estrutura com a qual uma novela conta, o ator poderia ter mais condições de desenvolver um trabalho melhor. Mas é corrido demais, não funciona assim", critica.
O contrato com a Record termina em 2010 e Andréia não tem idéia de qual será seu futuro depois do término da novela. Sem férias há três anos, a única coisa que a atriz espera é poder aproveitar um bom tempo sem qualquer obrigação profissional.
"Quero não ter planos, poder parar e ver que não tenho absolutamente nada para fazer", suspira. Mas o descanso pode não ser tão longo. Andréia não confirma, mas existe a possibilidade de uma segunda temporada de "Alice" ser gravada ainda em 2009.
"Foi um trabalho que trouxe projeção e que adorei fazer. Me surpreendi muito positivamente com o resultado. Mas não sei se vai rolar uma nova leva de episódios", desconversa ela, completando que está ansiosa para a estréia de "Alice" nos Estados Unidos, no próximo dia 6. "Espero que faça o mesmo sucesso que fez aqui", torce.
Por um triz Andréia Horta sabe que "Alice" mudou sua carreira na tevê e que, depois da série, ganhou outro "status" no meio artístico. Mas, por muito pouco, a atriz não perdeu o papel. Em dezembro de 2006 ela ficou sabendo que abririam testes para a HBO, mas nem prestou tanta atenção porque estava gravando "Alta Estação¿.
Como a proposta da Record era manter a novelinha infanto-juvenil no ar por quatro anos, Andréia continuou sua rotina sem qualquer expectativa. "Quando pintou a possibilidade de concorrer à vaga, eu não me empolguei. Não tinha como conciliar", lembra.
Em fevereiro, dois meses depois, sua empresária insistiu que Andréia tinha o perfil da personagem, mas além dos compromissos com a Record, a atriz tinha outros motivos para não querer tentar. "Amigas minhas, boas atrizes, tentaram. Eu achava que eu não tinha o que fazer lá", observa. Mas em maio, quando descobriu que "Alta Estação" seria retirada do ar pela Record, a atriz tentou "correr atrás do prejuízo". "Ainda não tinham selecionado ninguém. Fui a última a fazer o teste", lembra-se.
Andréia queria fazer o teste, mas seus horários de gravação a impediam. Diante do impasse, a equipe do seriado decidiu abrir uma exceção e topou marcar com a atriz na madrugada.
Com isso, depois de gravar doze horas na Record, ela viajou para São Paulo e, às duas da madrugada, conseguiu ser avaliada. "Uma semana depois me ligaram e avisaram que o papel era meu", recorda, com orgulho.
Instantâneas
# Durante a minissérie "Alice", Andréia precisou atuar nua algumas vezes. A atriz filmou cenas de sexo com os colegas Marat Descartes, Eduardo Moscóvis e o ator alemão Peter Ketnath.
# Andréia escreveu o livro de poesias "Humana Flor". Atualmente, já está na terceira tiragem, sendo as duas primeiras vendidas nas ruas de São Paulo pela própria atriz.
# A atriz nasceu em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, mas se mudou para São Paulo aos 17 anos, onde o pai morava.
# Desde que estreou na tevê, Andréia não conseguiu atuar em outros veículos. Agora, a atriz pensa em abrir espaço para algum espetáculo de teatro ou filme. "Não tive onde encaixar na minha agenda. Mas, depois de um bom descanso, vou resolver isso", garante.

Mas principalmente pela atual "fase paterna" do Metamorfo que, com sua mulher Gór, de Julianne Trevisol, roubou os bebês da trama que "salvarão o planeta" e já se apegaram a eles.
A identificação de Augusto com o papel é quase simbiótica, já que o ator não vê a hora de ser pai. "Estou enlouquecido para ter filhos. Comecei a procurar a mãe deles depois do Metamorfo. Nem quero saber se a relação vai dar certo, mas se ela vai ser boa mãe, se tem o dom da maternidade", avisa o ator, que está prestes a ser confirmado na terceira fase da trama de Thiago Santiago.
Nome: Augusto Carmo Vargas Júnior.
Nascimento: Em 16 de outubro de 1974 em Nilópolis, na Baixada Fluminense, no Rio.
Primeiro trabalho na TV: Beto, em Uga Uga.
Atuação inesquecível: "Numa cena de perseguição em 'Bicho do Mato', que meu personagem levava um tiro".
Interpretação memorável: Marco Nanini como o Cangaceiro Severino, em O Auto da Compadecida.
Momento marcante na carreira: "Agora, que assinei contrato mais longo com a Record".
A que gosta de assistir: Programas de humor, novelas e filmes de ficção científica.
A que nunca assistiria: Reality shows. "São uma perda de tempo".
O que falta na televisão: "Maior preocupação com o conteúdo dos programas".
O que sobra na televisão: "Peitos e bundas e um excesso de preocupação com o ibope".
Ator: Marco Nanini.
Atriz: Fernanda Montenegro.
Com quem gostaria de contracenar: Lima Duarte.
Se não fosse ator, seria: Psicólogo.
Novela preferida: Essas Mulheres, do Marcílio Moraes.
Cena inesquecível na TV: Fernanda Montenegro e Paulo Autran na cena que termina em briga em Guerra dos Sexos.
Melhor abertura de novela: Eterna Magia.
Canção inesquecível de trilha sonora: Roda Viva, de Chico Buarque, tema de abertura de Roda da Vida, trama exibida pela Record em 2001.
Vilão marcante: Renata Sorrah como a Nazaré de Senhora do Destino.
Personagem mais difícil de compor: "O atual, Metamorfo".
Papel que teve mais retorno do público: Doutor Saulo, de Prova de Amor.
Melhor bordão da TV: "Não é brinquedo não!", da Dona Jura, personagem de Solange Couto em O Clone.
Que novela gostaria de ser reprisada: Roque Santeiro.
Que papel gostaria de representar: "Um louco ou esquizofrênico".
Par romântico inesquecível: Eduardo Moscovis com Carolina Ferraz como Nando e Milena em Por Amor.
Com quem gostaria de fazer par romântico: Vanessa Gerbelli.
Filme: Efeito Borboleta, de Eric Bress.
Livro de cabeceira: "De doutrinas secretas, místicos".
Autor: Helena Petrovsky Blavatsky.
Diretor: Edgard Miranda.
Vexame: "Um ataque de riso em cena, numa peça".
Mania: "Uso 15 travesseiros para dormir".
Medo: "Como vim de família pobre, tenho medo de empobrecer de novo".
Projeto: "Construir um centro cultural para crianças carentes do lado da minha casa, no prédio que comprei em Nilópolis".
Aos 9 anos, ele estreou na televisão como o calado Gui, de Esplendor (2000). Hoje, aos 19 e com dez anos de carreira, Thiago de Los Reyes curte o sucesso do tímido Guga, de Chamas da Vida, revela que a paixão secreta que o seu personagem cultiva por Vivi (Letícia Colin) é inspirada em sua vida real. "É uma coisa maluca que eu não sei, até hoje, como consegui manter", revela. Na entrevista à Minha Novela, o ator fala a respeito do início inusitado no teatro e sobre os momentos em que pensou em abandonar a carreira. Confira!
Segunda (02/03) - Irma e Gór são presas e encaminhadas para a cela. Leonor diz para Felipe ir até a mansão, pois Clara poderá curá-lo. Samira se cansa do discurso de Maria e aponta uma arma para a cabeça dela. Tarso diz que se Batista ficar com Célia, pode esquecer que tem um filho. Gór recupera seus poderes, hipnotiza Rudolf e ordena que ele abra a cela. Lino pega Nati pelo cabelo e diz que irá ficar com ela. Valente diz que precisa impedir a explosão das bombas e que Juno e Lúcio poderão ajudá-lo.
A notícia de que Dado Dolabella deixaria Chamas da Vida começa a ter outras justificativas segundo informou a coluna Zapping.

Samira (Bianca Rinaldi) ameaça Maria (Bianca Rinaldi) com uma espada e diz que apenas uma delas pode existir. Incansável na luta para levar a irmã má para o lado do bem, Maria pede a Samira que a ajude e, em troca, promete ficar a seu lado na batalha contra Júlia (Ittala Nandi). Samira não aceita e prepara para aplicar em Maria uma droga que suspende seus poderes, mas Maria fala para ela pensar no filho que está esperando. A fera tenta conter a emoção, mas acaba revelando o medo e assume que não quer fazer seu bebê sofrer. Maria consola a irmã e Samira sente amor pela primeira vez, prometendo a si mesma que acabará com Júlia.
A novela “Chamas da Vida” foi esticada mais uma vez. A trama de Cristianne Fridman terminará no dia 28 de abril com 253 capítulos. Mas, a autora promete muitas emoções e nos próximos capítulos Lipe (André Di Mauro) voltará para cadeia, onde será torturado pelos “colegas” de cela.Lincon (André Luiz Miranda) vai transformar a vida do vilão em um inferno. Ele fica o tempo todo acusando o Lipe de ser pedófilo e de ter atacado Vivi (Letícia Colin). Lipe fica desesperado.
A cena está prevista para ir ao ar a partir de segunda-feira, dia 02 de março.
No jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira (27), Dado Dolabella comentou sobre os boatos que envolveram sua saída da novela “Chamas da Vida”.
Depois de problemas nos bastidores e atrasos nas gravações, a próxima novela de Lauro César Muniz já tem data definida para estrear na Rede Record. Com direção geral de Ignácio Coqueiro, “Poder Paralelo” entra no ar no dia 28 de Abril, substituindo “Chamas da Vida” no horário das 22h.
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